Apresentando Benjamin Clementine no ótimo vídeo de Phantom of Aleppoville

Benjamin Clementine é uma das grandes apostas para a renovação da música nessa era, se destacando tanto pela sua difícil trajetória de vida, quanto pelo talento como poeta, pianista, cantor e compositor do artista londrino.

Benjamin Clementine

Na adolescência se mudou para Paris, onde acabou vivendo nas ruas como sem-teto, mas justamente nessa época começou a se apresentar como artista de rua, chamando a atenção imediatamente pela sensibilidade apurada e senso estético incomum.

Envolto num mega hype… acabou retornando à Inglaterra, quando se apresentou na BBC no incensado programa Later with Jools Holland em 2013, que serviu como um catalizador ao impulsionar a carreira do músico.

Foi quase que instantaneamente adotado pela crítica, que se encantou tanto pela persona quanto pela musicalidade e carisma ao vivo.

Musicalmente Benjamin Clementine flerta com diversos gêneros, parece uma alma criativa de outra época, com super alcance vocal e habilidades que fizeram muitos o compararem a artistas únicos como Nina Simone, Antony Hegarty, Jeff Buckley e até mesmo Edith Piaf.

O cara além de talentoso tem estilo próprio, conseguindo estar à vontade com diferentes audiências e estilos, sem se preocupar com estruturas musicais rígidas, consegue se apresentar tanto em enormes concertos com bandas e orquestras quanto no mais intimista show ao piano e voz.

Benjamin teve sua estréia em 2015 com o álbum At Least for Now, e agora está de volta com a ótima canção “Phantom of Aleppoville”.

Segundo o próprio, a composição foi inspirada nos frequentes casos de bullying dos dias atuais, o que fez com que Benjamin contasse a história da canção situando sua ação na devastada cidade de Aleppo na Síria.

O vídeo foi dirigido por Craig McDean e Masha Vasyukova com produção da Spoon Films.

Fique com o vídeo e as letras originas de Phantom of Aleppoville som novo de Benjamin Clementine

Benjamin Clementine em Phantom of Aleppoville

Benjamin Clementine

(we won’t leave you alone, we want you to die, we won’t leave you alone)
Oh leave me, oh leave me, oh leave me, leave me
Oh love me, oh love me, oh love me
Oh leave me, leave me, oh leave me, leave me
Oh love me, oh love me, leave me alone

O Billy the bully
Come on out of your hideout
Billy the bully, it’s alright
You’ve been forgiven

Come on now Zacchaeus
Come down from your sycamore tree
We’re dancing, roses are found dancing

For me the difference between love and hate
Weighs the same difference between risotto and rice pudding
And the difference between a dog and a stranger
Weighs the same difference between children and bullying
Some say, they wonder why you bullied me, but I laugh
‘Cause I know that you know that we will never never know why they hate the bullyings

Oh Billy (final balance, final balance)
It’s forgiven
Billy bully, bully Billy
It’s alright
No, it’s fine

No, if the supremacy will come in, now congratulations
Let’s hope as the growing grows we’ll be able to handle

Billy the bully
Once a serious case
Once a forgiven case
Wonderings are never ending
The wonderings are never ending
The wonderings are never ceasing
The wonderings are never ending

Sobre o autor(a):
Testemunha ocular e sobrevivente dos anos 80, com vasta experiência como público pagante de shows e festivais, amante dos melhores sons e estilos. Nativo Digital e idealizador do Blog Vishows. Blogueiro Ativista, Podcaster, Educador Social, Empreendedor e Profissional de Marketing e Comércio Eletrônico.

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